A Ciranda
(Beca e Marquitito)
"Entrelace as suas nas minhas
Vamos de roda brincar
Brinca de vida que gira,
Canta canção sem parar
Canta cantiga simples
De roda que para no tempo
O laço é coisa profunda
Que na roda se solta no vento
_____________________________
Tâmo junto” nessa vida,
E em outras que virão
Sua alegria faz a minha
Roda mais não para não
______________________________
Não vá se esquecer da letra
E nem dos meus pés cuida(r)
Se tropeço, caímos juntos,
Mas juntos voltamos a roda(r).
Lembre-se amigo querido,
Que te guardo no meu coração
Conte agora ou sempre comigo
Repetindo a Roda deste refrão
_____________________________
Tâmo junto” nessa vida,
E em outras que virão
Sua alegria faz a minha
Roda mais não para não "
Falta só compor a melodia...
22.11.08
21.11.08
Entrelaça as mãos nas minhas e vamos de roda brincar.
Brinquemos com a vida que gira, cantando sem parar.
Canta cantiga simples, aprendida há muito tempo.
Amizade é coisa profunda, não alcançamos entendimento.
Não esqueça a letra da música
E não deixe dos meus pés cuidar
Se tropeçarmos, cairemos juntos,
Mas juntos também iremos levantar.
Amigo querido,
Que guardo no lado esquerdo do peito,
Conte comigo sempre
Estamos juntos nessa vida,
E em outras também.
Sua alegria é a minha
Sem mas ou porém.
Brinquemos com a vida que gira, cantando sem parar.
Canta cantiga simples, aprendida há muito tempo.
Amizade é coisa profunda, não alcançamos entendimento.
Não esqueça a letra da música
E não deixe dos meus pés cuidar
Se tropeçarmos, cairemos juntos,
Mas juntos também iremos levantar.
Amigo querido,
Que guardo no lado esquerdo do peito,
Conte comigo sempre
Estamos juntos nessa vida,
E em outras também.
Sua alegria é a minha
Sem mas ou porém.
20.11.08
Sensações escrevem.
Pulsa por novas idéias.
Pulsa pela liberdade.
Pulsa pela simplicidade.
Pulsa pela amizade.
Pulsa pelos sonhos.
Recicla os ideais.
Leva a vida com paixão.
Apaixona-se por todos.
Por todos aqueles que cruzam a estrada de terra batida.
Transborda em viagens mentais.
Enxerga o mundo inteiro como um quintal.
E deixa.
Deixa doer no peito a sensação do expandir.
Relembra o tempo em que concentrava as emoções.
Percebe o reencontro com a alma.
A alma de pássaro.
Pássaro em bando.
Continua chamando de paixão.
Amor parece morno, mesmo com o clichê de amor incondicional.
Condiciona a vida à intensidade.
Não deseja menos do que isso.
Beija-flor na janela.
Confirma asas pra voar.
Agora volta.
Mas é o corpo que volta pra alma.
Pulsa pela liberdade.
Pulsa pela simplicidade.
Pulsa pela amizade.
Pulsa pelos sonhos.
Recicla os ideais.
Leva a vida com paixão.
Apaixona-se por todos.
Por todos aqueles que cruzam a estrada de terra batida.
Transborda em viagens mentais.
Enxerga o mundo inteiro como um quintal.
E deixa.
Deixa doer no peito a sensação do expandir.
Relembra o tempo em que concentrava as emoções.
Percebe o reencontro com a alma.
A alma de pássaro.
Pássaro em bando.
Continua chamando de paixão.
Amor parece morno, mesmo com o clichê de amor incondicional.
Condiciona a vida à intensidade.
Não deseja menos do que isso.
Beija-flor na janela.
Confirma asas pra voar.
Agora volta.
Mas é o corpo que volta pra alma.
16.11.08
Preparação para a morte
Estava falando sobre a sensação de que a morte chegará prematuramente - mesmo com a linha da vida profunda e constante, a sensação chegava, como um pressentimento.
Eu ouso dizer que não se trata disso, mas de inspiração: Manuel Bandeira, tuberculoso desde cedo, viveu achando que ia morrer no dia seguinte e só se despediu com oitenta e dois anos, com o saber de que a morte ilumina os milagres da vida:
"A vida é um milagre.
Cada flor, com sua forma, sua cor, seu aroma, cada flor é um milagre.
Cada pássaro, com sua plumagem, seu vôo, seu canto, cada pássaro é um milagre.
O espaço, infinito, o espaço é um milagre.
O tempo, infinito, o tempo é um milagre.
A memória é um milagre.
A consciência é um milagre.
Tudo é milagre.
Tudo, menos a morte.
— Bendita a morte, que é o fim de todos os milagres."
Preparação para morte - Manuel Bandeira.
Eu ouso dizer que não se trata disso, mas de inspiração: Manuel Bandeira, tuberculoso desde cedo, viveu achando que ia morrer no dia seguinte e só se despediu com oitenta e dois anos, com o saber de que a morte ilumina os milagres da vida:
"A vida é um milagre.
Cada flor, com sua forma, sua cor, seu aroma, cada flor é um milagre.
Cada pássaro, com sua plumagem, seu vôo, seu canto, cada pássaro é um milagre.
O espaço, infinito, o espaço é um milagre.
O tempo, infinito, o tempo é um milagre.
A memória é um milagre.
A consciência é um milagre.
Tudo é milagre.
Tudo, menos a morte.
— Bendita a morte, que é o fim de todos os milagres."
Preparação para morte - Manuel Bandeira.
14.11.08
Visto pela janela.
O mundo é uma maquete.
Acima do céu encoberto e cinza, estão as nuvens de algodão e o sol queimando forte.
O céu encoberto não passa de um cenário - até imagino Deus arrastando as nuvens cinzas pros bastidores.
Acima do céu encoberto e cinza, estão as nuvens de algodão e o sol queimando forte.
O céu encoberto não passa de um cenário - até imagino Deus arrastando as nuvens cinzas pros bastidores.
11.11.08
Homenagem às letras.
Não foi com imagens que eu aprendi a refletir a vida.
Talvez, justamente por ser pessoa que usa o verbo refletir, que as imagens não cabem nos meus olhos com a melodia que as letras sustentam.
A cada sílaba escrita, seja ela de boa ou má qualidade, o coração é invadido - e isso eu só sinto quando escrevo. Muito mais até do que quando eu falo. Mais do que quando eu danço. Não mais do que quando eu olho.
Vivo com desenhos de letras. Guardo os desenhos de letras. Apaixono-me por desenhos de letras.
Mas continuo achando linda a expressão por imagens.
Letras são também imagens, não são?
Talvez, justamente por ser pessoa que usa o verbo refletir, que as imagens não cabem nos meus olhos com a melodia que as letras sustentam.
A cada sílaba escrita, seja ela de boa ou má qualidade, o coração é invadido - e isso eu só sinto quando escrevo. Muito mais até do que quando eu falo. Mais do que quando eu danço. Não mais do que quando eu olho.
Vivo com desenhos de letras. Guardo os desenhos de letras. Apaixono-me por desenhos de letras.
Mas continuo achando linda a expressão por imagens.
Letras são também imagens, não são?
9.11.08
Refresco para alma.
Passei dias inteiros procurando pela paz, escrevendo a paz em terceira pessoa.
Busquei por caminhos de som, cor e texto. Busquei olhando para cima. Busquei me jogando no poço. Busquei fora de mim. E dentro de mim.
Pensei que eu não nasci para sentir paz. Sim, nasci para viver fervilhando com meus olhos tranquilos e tão determinados - mas não dizem que os olhos são janelas da alma? Por que os meus são tão doces? Não importa.
Acordei sentindo paz. Não sei de onde veio, porque veio e onde vai se esconder novamente depois. Mas eu tô sentindo, e é bom.
Busquei por caminhos de som, cor e texto. Busquei olhando para cima. Busquei me jogando no poço. Busquei fora de mim. E dentro de mim.
Pensei que eu não nasci para sentir paz. Sim, nasci para viver fervilhando com meus olhos tranquilos e tão determinados - mas não dizem que os olhos são janelas da alma? Por que os meus são tão doces? Não importa.
Acordei sentindo paz. Não sei de onde veio, porque veio e onde vai se esconder novamente depois. Mas eu tô sentindo, e é bom.
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