5.7.06

O pássaro, a cadela e eu.

Aprendi hoje com um ser muito especial,coisas especiais. E isso ocorreu assim:

Estava com ela no mesmo momento em que o passarinho bonito (apesar de marrom), se esforçava pra voar. Como não conseguia, resolveu andar por cantinhos onde não pudesse ser pisado. Eu ri, alegre, participando daquele cenário simples em meio a prédios e carros. Ela também riu e observava também. Ela riu com o rabo, mas o sentimento era o mesmo que o meu.

Entendi depois o porque dela nem querer ir atrás do passarinho marrom. Do porque ter preferido observá-lo e rir comigo. E isso aconteceu enquanto ela passeava na areia...

Na hora de voltar pro chão duro, ao se deparar com o muro, não tão grande, mas grande pra ela, algo travou. A minha amiga não queria subir, não podia subir, da mesma maneira que o passarinho não podia voar. Eu insisti e ela sentou: também sabia procurar um cantinho onde não fosse pisada. Eu a peguei no colo e ri com a boca ao mesmo tempo em que ela ria com o rabo.

O companheirismo previne mesmo algumas dores. E o tempo consertará as limitações.

3 comentários:

O empírico disse...

Tem que saber se não podia mesmo ou só queria molinho...
heheheheheh

Marcelo Soli disse...

Assim eles são...
preocupam agente,
mas só querem mesmo um pouquinho de mais e mais carinho...
Espero que ela já esteja balançando bastante o rabo por aí...

Beijus!!!

Seria eu disse...

Poxa, o que aconteceu?!

Espero que já esteja tudo certo, viu?!

Adoro quando eles abanam o rabo, não sei por que tem gente que deixa cotó! (indignação!)

Bjuss**

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