11.10.10

Sede.

Do líquido borbulhante, falou de estrelas degustáveis, provocadoras do estalar sub-sobre-intra-lingual, inspiradoras de qualquer coisa sem nome, mas transparente.

Acredita-se que o que estourou abaixo e acima dos dentes foram bolhas de sabão sabor tutti-frutti (dizem que estrelas cheiram assim).

Afirma-se que neste contexto, palavras criam asas de quem, pessoa qualquer, ávida por letras com sons desconhecidos, solta dos dedos a expressão do saber que nada sabe e sente. Sente sem pontuação que possa limitar a existência de tantas formas e cores e sentidos e sentimentos e significados e mundo e som e... catarse.

E respira. E relaxa. E goza daquilo que se é sem saber.

2 comentários:

Bode disse...

Gostei ;)

Quem diria que escondida nessa Rebeca que conhecemos existia uma menina com taleto literário?

bjsss

Suka disse...

XD

Também adoro o que você escreve, gata!

Acho que entre outras coisas,
a poesia é uma forma de transmutar,
através das palavras,
as coisas que nos angustiam.
Eu me inspiro mais por aí.

Mas você, frequentemente imprime sabor e perfume ás suas palavras, colorindo ainda mais as experiências, de emoções que transbordam felizes.

Lindo!

Bjks!

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