27.10.11

Explodiu poema depois de ler Fabio Rocha*

Leio o passado
Vivendo o presente que
É.

Questiono um tanto
Como se eu pudesse dizer o que
É.

Certos detalhes
São percebidos se
Sou.

A lança é arte
O punho é de marte
Do caos você sabe
Surgir

Dôo a dor
Falo de amor
De dor
E rancor
Pra não rimar com ar

Se é feito de oposto
Do ser e não ser
Do é e não é
Negativo é oposto, pois

Quando o ele e o eu
São quase o mesmo
Se você perceber
Já foi

De tudo que resta
Restam os restos
Mut-antes

Célula exposta
Tudo transforma
Pro é
Ser.

Poema infinito
É o que eu digo
Vidas que seguem

Respostas
Impostas
Para as perguntas
Que não te merecem.

3 comentários:

Fabiano Silmes disse...

Entre o ser que se é e a razão de não ser: Todos os mistérios apontam para a poesia.

Abraços, belo texto Rebeca.

Raphael Grizotte disse...

Do jeito que eu gosto. Estão crescendo... a cada(verso)vez mais Mas os elogios são os mesmo! Adorei o poema!

Rebeca dos Anjos disse...

Obrigada, queridos! =)

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